A Seleção

A Seleção
Trinta Garotas & Uma Coroa

quarta-feira, 16 de abril de 2014

O Livro "Frozen:Uma Aventura Congelante".

                        Frozen:Uma Aventura Congelante

”Desejando criar um novo mundo no qual o vento polar esfrie as almas humanas, a Rainha da Neve cobriu o planeta com gelo e ordenou a destruição de todas as artes e artistas. Deacordo com as previsões de um espelho mágico, a última ameaça aos seus planos estaria no mestre-vidreiro Vegard, cujos espelhos refletem as almas das pessoas. Vegard e sua esposa Una são sequestrados, deixando seus filhos Kai e Gerda para trás. O tempo passa e os servos da Rainha capturam também Kai, acreditando que o garoto é o sucessor de seu pai. Mas sua irmã Gerda, uma jovem muito corajosa, embarca em uma jornada pelo reino, encarando todos os obstáculos para salvar o irmão e voltar a aquecer os corações das pessoas.”


Love & Love...

                          Love Instrumentos Mortais

domingo, 13 de abril de 2014

Jogos Vorazes

A Seleção

   
Minha mãe entrou em êntase quando pegamos a carta no correio. Ela já tinha decidido que todos os nossos problemas estavam solucionados, tinham desaparecido para sempre. O grande empecilho em seu plano brilhante era eu. Eu não me considerava uma filha muito desobediente, mas também não era uma santa.
Não queria ser da realeza. Não queria ser Um. Não queria nem tentar.
Escondi-me no meu quarto, o único lugar onde podia fugir do falatório da casa cheia. Procurava um argumento que dobrasse minha mãe, mas, até então, tudo o que tinha era uma coletânea de opiniões sinceras... Não me parecia que ela fosse dar ouvidos a nenhuma delas.
Eu não conseguiria escapar da minha mãe por muito tempo. Era quase hora do jantar, e eu, a filha mais velha que ainda morava em casa, tinha que ajudar na cozinha. Pulei da cama e caminhei para o ninho de cobras.
Minha mãe me recebeu com um olhar furioso, mas não disse nada.
Nós duas nos movíamos pela cozinha e pela sala de jantar sem falar — como em uma dança silenciosa — enquanto preparávamos frango, macarrão e torta de maçã, e púnhamos a mesa para cinco pessoas. Bastava eu desviar os olhos do que estava fazendo para ela me corrigir com um olhar severo, como se assim fosse me deixar constrangida o bastante para
querer as mesmas coisas que ela. Minha mãe usava essa tática às vezes. Quando eu queria mudar de emprego porque achava que a família que nos hospedava era grosseira sem necessidade. Ou quando ela queria que eu fizesse uma faxina pesada porque não tínhamos dinheiro para pagar alguém do Seis para nos ajudar.
Algumas vezes dava certo. Outras, não. E esse era um ponto em que ninguém podia me dobrar.
Minha mãe não tinha o que fazer quando eu teimava. Puxei a ela, de modo que não podia ficar surpresa. Mas o problema não era só comigo. Ela andava tensa. O verão chegava ao fim e logo viriam os meses frios. E as preocupações.
Minha mãe botou a jarra de chá na mesa com raiva. Fiquei com a boca cheia d'água só de imaginar o chá gelado com limão. Mas eu tinha que esperar; seria um desperdício tomar meu copo agora e depois ter que beber água no jantar.
— Mas você vai morrer se preencher o formulário? — ela disse, sem se aguentar. — A Seleção pode ser uma oportunidade maravilhosa para você, para todos nós.
Suspirei alto, pensando que preencher aquele formulário seria como a morte para mim.
Não era segredo que os rebeldes — as colônias subterrâneas que odiavam Illéa, nosso vasto e relativamente jovem país — investiam em ataques cada vez mais frequentes e violentos ao palácio. Já tínhamos visto os rebeldes em ação em Carolina. A casa de um dos magistrados fora completamente incendiada, e os carros de pessoas da Dois foram destruídos. Houve até uma espetacular fuga da prisão: eles libertaram uma adolescente que engravidara e um Sete que era pai de nove filhos, de modo que até eu achei que eles estavam certos daquela vez.
Mas, além das ameaças, eu sentia que só pensar na Seleção já fazia meu coração doer. Não consegui esconder meu sorriso enquanto pensava em todas as razões para permanecer exatamente onde estava.
— Os últimos anos têm sido muito difíceis para seu pai — minha mãe estrilou. — Se você tiver um pouco de compaixão, vai pensar nele.
Meu

Literarios essa são para vcs.Leiam...

A Culpa é das Estrelas

 JONH GREEN




CAPÍTULO UM
altando pouco para eu completar meu décimo sétimo ano de vida minha mãe resolveu que eu estava deprimida, provavelmente porque quase nunca saía de casa, passava horas na cama, lia o mesmo livro várias vezes, raramente comia e dedicava grande parte do meu abundante tempo livre pensando na morte.
Sempre que você lê um folheto, uma página da Internet ou sei lá o que mais sobre câncer, a depressão aparece na lista dos efeitos colaterais. Só que, na verdade, ela não é um efeito colateral do câncer. É um efeito colateral de se estar morrendo. (O câncer também é um efeito colateral de se estar morrendo. Quase tudo é, na verdade.) Mas a mamãe achava que eu precisava de tratamento, então me levou ao meu médico comum, o Jim, que concordou que eu, de fato, estava nadando numa depressão paralisante e totalmente clínica e, portanto, ele ia trocar meus remédios e, além disso, eu teria que frequentar um Grupo de Apoio uma vez por semana.
O grupo era formado por um elenco rotativo de pessoas com várias questões psicológicas desencadeadas pelos tumores. A razão de o elenco ser rotativo? Efeito colateral de se estar morrendo.
O Grupo de Apoio era megadeprimente, óbvio. A reunião acontecia toda quarta-feira no porão de uma igreja episcopal — uma construção no formato de cruz com paredes de pedra. Nós nos sentávamos em uma roda bem no meio da cruz: onde os dois pedaços de madeira um dia se cruzaram, onde esteve o coração de Jesus.
Sabia disso porque o Patrick, Líder do Grupo de Apoio e o único naquele lugar com mais de dezoito anos, falava sobre o coração de Jesus todo raio de reunião, sobre como nós, jovens sobreviventes            
estávamos sentados bem no sagrado coração de Cristo, e tal.
Bem, era assim que acontecia no coração do Senhor: os seis ou sete ou dez de nós chegávamos lá a pé/de cadeira de rodas, comíamos um pouco daqueles biscoitos velhos com limonada, sentávamos na Roda da Esperança e ouvíamos o Patrick contar pela milésima vez a história ultradeprimente e superinfeliz da sua vida — sobre ter tido câncer nas bolas e acharem que ele ia morrer, mas não morreu, e ali estava, já adulto, no porão de uma igreja na 137ª cidade mais linda dos Estados Unidos, divorciado, viciado em videogames, quase sem amigos, levando uma vida sem graça explorando seu fantástico passado com câncer, ralando para terminar um mestrado que não vai melhorar sua perspectiva de progresso na carreira e esperando, como todos nós, que a espada de Dâmocles traga para ele o alívio do qual escapou muitos anos atrás, quando o câncer levou seus testículos e lhe deixou algo que só a alma mais generosa poderia chamar de vida.
E VOCÊS TAMBÉM PODEM TER ESSA SORTE!
Aí nós nos apresentávamos: Nome. Idade. Diagnóstico. E como estávamos no dia. Meu nome é Hazel, dizia na minha vez. Dezesseis. Tireoide, originalmente, mas com uma respeitável colônia satélite há muito tempo instalada nos pulmões. E está tudo bem comigo.
Depois do último da roda, o Patrick sempre perguntava se alguém queria se abrir. E aí começava a punheta grupal de apoio mútuo: todo mundo falando de lutar, combater, vencer, remitir e examinar. Para não ser injusta com o Patrick, ele nos deixava falar da morte. Mas a maioria ali não estava morrendo. A maioria viveria até a idade adulta. Como o Patrick.
(Isso significa que havia muita competição, com todo mundo querendo vencer não só o câncer, mas também as outras pessoas da roda. Tipo, eu sei que não faz o menor sentido, mas quando você ouve que tem, por exemplo, vinte por cento de chance de viver cinco anos, e faz as contas e conclui que isso é uma chance em cinco… você olha em volta e pensa, como qualquer pessoa saudável faria: eu preciso durar mais que quatro desses desgraçados.)
A única coisa que salvava no Grupo de Apoio era um menino
chamado Isaac, um magrelo de rosto comprido, com cabelos loiros e lisos que cobriam um de seus olhos.
E seu problema eram os olhos. Ele teve um tipo inacreditavelmente improvável de câncer ocular. Um olho foi extraído quando ele era pequeno, e agora o Isaac usava um par de óculos fundo de garrafa que fazia os olhos (tanto o de verdade quanto o de vidro) parecerem sobrenaturalmente grandes, como se a cabeça inteira fosse basicamente o globo ocular de mentira e o de verdade olhando para você. Pelo que pude entender das raras vezes que ele se abriu para o grupo, uma recorrência colocou o olho que resta em perigo mortal.
O Isaac e eu nos comunicávamos quase exclusivamente por meio de suspiros. Cada vez que alguém falava de dietas anticâncer, de cheirar cartilagem de tubarão em pó ou sei lá, ele me olhava e suspirava de leve. Eu balançava a cabeça em um movimento microscópico e dava um suspiro em resposta.
* * *
Então o Grupo de Apoio deu o que tinha de dar, e depois de algumas semanas eu passei a surtar quando tocavam no assunto. Na verdade, na quarta-feira em que conheci o Augustus Waters, tinha feito de tudo para me livrar da ida à sessão de grupo enquanto estava sentada no sofá com a mamãe, no meio da terceira parte da maratona de doze horas da temporada anterior de America’s Next Top Model, que, confesso, já tinha visto, mas mesmo assim…
Eu: ‚Eu me recuso a ir ao Grupo de Apoio.‛
Mamãe: ‚Um dos sintomas da depressão é a falta de interesse em participar de atividades.‛
Eu: ‚Por favor, mãe, deixe eu ficar vendo America’s Next Top Model. Isso é uma atividade.‛
Mamãe: ‚Televisão é passividade.‛
Eu: ‚Pô, mãe, por favor…‛
Mamãe: ‚Hazel, você já é adolescente. Não é mais criancinha. Precisafazer amigos, sair de casa, viver sua vida.‛
Eu: ‚Se você quer que eu aja como adolescente, não me mande para o Grupo de Apoio. Compre uma carteira de identidade falsa para mim e aí eu vou sair à noite, beber vodca e tomar baseado.‛
Mamãe: ‚Para início de conversa, não se toma baseado.‛
Eu: ‚Viu? Esse é o tipo de coisa que eu saberia se você comprasse uma carteira de identidade falsa para mim.‛
Mamãe: ‚Você vai para o Grupo de Apoio.‛
Eu: ‚SAAAAAAACO.‛
Mamãe: ‚Hazel, você merece uma vida.‛
Aquilo me fez calar a boca, mesmo não tendo conseguido entender o que a ida ao Grupo de Apoio tinha a ver com a definição de vida. De qualquer jeito, concordei em ir — depois de negociar o direito de gravar o episódio e meio do ANTM que eu ia perder. Ia ao Grupo de Apoio pelo mesmo motivo que uma vez deixei enfermeiras com um ano e meio de faculdade me envenenarem com substâncias químicas de nomes exóticos: queria fazer meus pais felizes. Só tem uma coisa pior nesse mundo que bater as botas aos dezesseis anos por causa de um câncer: ter um filho que bate as botas por causa de um câncer.
* * *
Mamãe parou na entrada de carros circular atrás da igreja às 4h56. Fingi que estava ajeitando o cilindro de oxigênio por um segundo só para ganhar tempo.
— Quer que eu o carregue até lá dentro?
— Não, está tudo bem — respondi.
O cilindro verde só pesava uns poucos quilos e eu tinha um carrinho de aço para transportá-lo. Aquilo me fornecia dois litros de oxigênio por minuto através de uma cânula, um tubo transparente que se dividia bem embaixo do meu pescoço, passava por trás das orelhas e se juntava de novo nas narinas. A geringonça era necessária porque meus pulmões faziam um péssimo trabalho como pulmões.— Eu te amo — ela disse, enquanto eu saltava do carro.
— Eu também, mãe. Vejo você às seis.
— Faça amigos! — ela gritou pela janela abaixada enquanto eu me distanciava. Não quis usar o elevador porque isso é o tipo de coisa que você faz nos seus ‚Últimos dias no Grupo de Apoio‛, então fui de escada. Peguei um biscoito, coloquei um pouco de limonada num copo descartável e me virei.
Um garoto olhava fixamente para mim.
Eu tinha quase certeza de nunca ter visto aquele cara na vida. Alto e magro, mas musculoso, ele fazia a cadeira de plástico, daquelas usadas em sala de aula, parecer minúscula. Cabelo acaju, liso e curto. Parecia ter a minha idade, talvez um ano mais velho, e estava sentado com o cóccix na beirada da cadeira, uma postura péssima, com uma das mãos enfiada até a metade no bolso da calça jeans escura.
Desviei o olhar, repentinamente consciente da quantidade infinita de coisas erradas em mim. Eu estava com uma calça jeans velha, que algum dia foi justa mas que agora ficava folgada nos lugares mais estranhos, e uma camiseta de malha amarela com o nome de uma banda da qual eu nem gostava mais. Tinha também meu cabelo: cortado tipo Príncipe Valente, e eu nem tive a preocupação de, puxa, dar uma escovada nele. Além disso, minhas bochechas estavam ridiculamente redondas, como as de um esquilo, efeito colateral do tratamento. Eu era uma pessoa de proporções normais com um balão no lugar da cabeça. Isso sem falar do inchaço nos tornozelos. Mesmo assim, dei uma espiada rápida e os olhos dele ainda estavam grudados em mim.
Foi então que entendi o verdadeiro sentido de aquilo ser chamado de contato visual.
Andei até a roda e me sentei ao lado do Isaac, a duas cadeiras do garoto. Olhei de novo, rapidamente. Ele ainda me observava.
Na boa, vou logo dizendo: ele era um gato. Se um cara que não é gato encara você sem parar, isso é, na melhor das hipóteses, esquisito, e na pior, algum tipo de assédio. Mas se é um cara gato… na boa…
Peguei meu celular e apertei uma tecla para ver as horas. Os lugares
na roda foram ocupados por azarados de doze a dezoito anos e, então, o Patrick deu início aos trabalhos com a prece da serenidade: Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar as que posso, e sabedoria para reconhecer a diferença entre elas. O garoto ainda estava me encarando. Senti meu rosto ficar vermelho.
Por fim, resolvi que a melhor estratégia seria também olhar fixamente para ele. Afinal de contas, os garotos não detêm o monopólio da Atividade Encaradora. Foquei nele enquanto o Patrick explicava pela milésima vez sua ausência debolas etc., e aquilo logo virou um Jogo do Sério. Depois de um tempo o garoto sorriu e, até que enfim, desviou os olhos azuis. Quando me olhou de novo, arqueei as sobrancelhas como que dizendo: ganhei.
Ele deu de ombros. O Patrick prosseguiu e, enfim, a hora das apresentações chegou.
— Isaac, talvez você queira ser o primeiro hoje. Sei que está enfrentando um grande desafio no momento.
— É — o Isaac disse. — Meu nome é Isaac. Tenho dezessete anos. Parece que vou precisar ser operado em duas semanas, depois vou ficar cego. Não estou reclamando nem nada porque sei que poderia ser pior, como no caso de alguns aqui, mas, quer dizer, ficar cego é, tipo, uma droga. Ter uma namorada me ajuda. Além de amigos como o Augustus. — Ele balançou a cabeça na direção do garoto, que agora tinha nome. — Pois é… — continuou. Ele estava olhando para as mãos, os dedos cruzados parecendo o topo de uma tenda indígena. — Não há nada que se possa fazer para mudar isso.
— Estamos do seu lado, Isaac — o Patrick falou. — Vamos lá, pessoal, digam para o Isaac ouvir.
E então todos nós, em uníssono, dissemos:
— Estamos do seu lado, Isaac.
O Michael foi o próximo. Ele tinha doze anos. Sofria de leucemia. Desde que se entendia por gente. E estava bem. (Pelo menos foi o que disse. Ele desceu de elevador.)
A Lida tinha dezesseis anos e era bonita o suficiente para ser alvo do olhar do cara gato. Era frequentadora assídua das reuniões — estava em
um longo período de remissão de um câncer de apêndice, que eu nem sabia que existia. Ela disse — como em todas as outras vezes que eu fui às sessões do grupo — que se sentia forte, o que para mim, com aquela chuvinha de oxigênio fazendo cosquinhas no nariz, era o mesmo que tirar onda. Outros cinco falaram antes do cara gato. Ele deu um sorrisinho quando chegou sua vez. A voz era baixa, aveludada e supersensual.
— Meu nome é Augustus Waters — disse. — Tenho dezessete anos. Tive uma pitada de osteossarcoma um ano e meio atrás, mas só estou aqui hoje porque o Isaac pediu.
— E como está se sentindo? — o Patrick perguntou.
— Ah, maravilha. — Augustus Waters deu um sorrisinho. — Estou numa montanha-russa que só vai para cima, amigão.
Quando chegou minha vez, eu disse:
— Meu nome é Hazel. Tenho dezesseis anos. Tireoide com metástase nos pulmões. Estou bem. A hora passou rápido. Lutas foram recontadas, batalhas ganhas em guerras que com certeza seriam perdidas; a esperança virou tábua de salvação; famílias foram celebradas e recriminadas; foi consenso que os amigos não entendiam nada; lágrimas foram compartilhadas, e consolo, oferecido.
Nem eu nem o Augustus Waters tínhamos soltado uma palavra, até que o Patrick disse:
— Augustus, talvez você queira falar de seus medos para o grupo.
— Meus medos?
— É.
— Eu tenho medo de ser esquecido — disse ele de bate-pronto. — Tenho medo disso como um cego tem medo de escuro.
— Calma aí… — disse Isaac, abrindo um sorriso.
— Estou sendo insensível? — perguntou o Augustus. — Eu posso ser bem cego quando o assunto são os sentimentos das outras pessoas.
O Isaac estava rindo, mas o Patrick levantou um dedo, repreendendo-o.
— Por favor, Augustus. Voltemos a você e às suas questões. Disse que tem medo de ser esquecido?

Instrumentos Mortais


Instrumentos Mortais

                                                 Cidades dos Ossos

Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com omelhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau… e também o pai de Clary e Jace. Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai? Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações.

Para salvar a vida de sua mãe, Clary precisa viajar à Cidade de Vidro, lar ancestral dos Shadowhunters (Caçadores de Sombras) – não importa que entrar a cidade sem permissão seja contra a lei e que desobedecer às leis possa significar a morte. Para piorar as coisas, ela descobre que Jace não a quer lá, e que Simon foi jogado na prisão pelos Shadowhunters, os quais estão profundamente desconfiados de um vampiro que suporta a luz do dia.
Enquanto descobre mais coisas a respeito do passado de sua família, Clary encontra um aliado no misterioso Shadowhunter Sebastian. Com Valentine juntando a força total de seu poder para destruir todos os Shadowhunters, a única chance destes sobreviverem é lutando ao lado de seus inimigos eternos. Mas conseguirão os Downworlders (Moradores do Submundo) e os Shadowhunters colocar seu ódio de lado a fim de trabalharem juntos? Enquanto Jace percebe exatamente quanto está disposto a arriscar por Clary, conseguirá ela dominar seus recém-descobertos poderes para ajudar a salvar a Cidade de Vidro – custe o que custar?

A guerra acabou e Caçadores de Sombras e integrantes do submundo parecem estar em paz. Clary está de volta a Nova York, treinando para usar seus poderes. Tudo parece bem, mas alguém está assassinando Caçadores e reacendendo as tensões entre os dois grupos, o que pode gerar uma segunda guerra sangrenta. Quando Jace começa a se afastar sem nenhuma explicação, Clary começa a desvendar um mistério que se tornará seu pior pesadelo.




Quando Jace e Clary voltam a se encontrar, Clary fica horrorizada ao descobrir que a magia do demônio Lilith ligou Jace ao perverso Sebastian, e que Jace tornou-se um servo do mal. A Clave decide destruir Sebastian, mas não há nenhuma maneira de matar um sem destruir o outro. Mas Clary e seus amigos irão tentar mesmo assim. Ela está disposta a fazer qualquer coisa para salvar Jace, mas ela pode ainda confiar nele? Ou ele está realmente perdido?
 
"ERCHOMAI, disse Sebastian.Estou chegando.
A escuridão retorna ao mundo dos Caçadores de Sombras. Enquanto sua sociedade sucumbe, Clary, Jace, Simon e seus amigos devem se unir para enfrentar o pior Nephilim que já conhecido: Sebastian, o irmão de Clary. Nada pode detê-lo — as respostas serão encontradas em uma jornada a um outro mundo? Vidas se perderão, o amor será sacrificado e o mundo mudará no sexto e último volume da série Os Instrumentos Mortais."

Autores Renomados...


Nicholas Sparks

     Nicholas Sparks viveu a sua juventude em Fair Oak, na Califórnia e vive atualmente na Carolina do Norte com a família. Foi premiado com uma bolsa de estudos da Universidade de Notre Dame pelos seus excelentes resultados e, em 1988licencia-se emEconomia. Curiosamente, o seu sonho era tornar-se atleta de alta competição, sonho de que teria de abdicar devido a um grave acidente. Iniciou-se a escrever enquanto trabalhava como delegado de informação médica e, mais tarde, surge Theresa Park, agente literária, que se propôs representá-lo, vendendo os direitos do seu primeiro romance, Diário de uma Paixão, à Warner Books. Com livros como A Última MúsicaUm Amor para Recordar e Querido John, Nicholas Spaks tornou-se bem conhecido no Brasil, agora com outros livros publicados pela Editora Novo Conceito

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

AnoTítulo original2Título
no Brasil
Título
em Portugal
Adaptado para o cinema (ano)
1995Wokini (Coescrito com Billy Mills)Uma Viagem EspiritualNão
1996The NotebookDiário de uma PaixãoO Diário da Nossa PaixãoSim (2004)
1998Message in a BottleUma Carta de AmorAs Palavras que Nunca Te DireiSim (1999)
1999A Walk to RememberUm Amor para RecordarUm Momento InesquecívelSim (2002)
2000The RescueCorações em SilêncioNão
2001A Bend in the RoadUma Curva na EstradaUma Promessa para Toda a VidaNão
2002Nights in RodantheNoites de TormentaO Sorriso das EstrelasSim (2008)
2003The GuardianO GuardiãoLaços que PerduramNão
2003The WeddingO CasamentoA Alquimia do AmorNão
2004Three Weeks With My BrotherTrês Semanas com o Meu IrmãoNão
2005True BelieverO MilagreQuem Ama Acreditasim
2006At First SightÀ Primeira VistaÀ Primeira VistaNão
2007The ChoiceA EscolhaUma Escolha por AmorNão
2007Dear JohnQuerido JohnJuntos ao LuarSim (2010)
2008The Lucky OneUm Homem de SorteUm Homem com SorteSim (2012)
2009The Last SongA Última MúsicaA Melodia do AdeusSim (2010)
2010Safe HavenUm Porto SeguroUm Refúgio para a VidaSim (2012)
2011The Best Of MeO Melhor de MimDei-te o Melhor de MimSim (2014)
2013The Longest RideUma Longa JornadaUma Vida ao Teu LadoSim (2015)

                                       Suzanne Collins
Categorias

Suzanne Collins (HartfordConnecticutEUA10 de agosto de 1962) é uma escritora e roteirista de ficção científica e literatura infantojuvenil americana, conhecida pela triologia The Hunger Games que virou filme sob título homónimo em 2012, com a continuaçãoCatching Fire lançada em novembro de 2013.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Estudou na Escola do Alabama e fez drama e telecomunicações na Indiana University. Depois começou a trabalhar em programas infantis da Nickelodeon.
Em 29 de novembro de 2012, Suzanne, anunciou novo livro para 2013. O livro ilustrado Year of the Jungle é baseado no período em que o pai de Collins esteve na Guerra do Vietnã. A obra é a primeira desde Mockingjay, de 2010, do qual o último filme de JogosVorazes é baseado.
The Hunger Games, o primeiro livro da triologia, foi lançado em 14 de setembro de 2008 seguido por Catching Fire (Em Chamas, no Brasil e em Portugal), publicado em 1 setembro de 2009, e Mockingjay (A Esperança, no Brasil e "A Revolta", em Portugal), publicado em 24 de agosto de 2010.

Obras literárias:[editar | editar código-fonte]

As Crônicas do Subterrâneo
  1. Gregor o Guerreiro da Superfície (Gregor The Overlander) (2003)
  2. Gregor e a Segunda Profecia (Gregor and the Prophecy of Bane) (2004)
  3. Gregor e a Profecia de Sangue (Gregor and the Curse of Warmbloods) (2005)
  4. Gregor e as Marcas Secretas (Gregor and the Marks of Secret) (2006)
  5. Gregor e o Código da Garra (Gregor and the Code of Claw) (2007)
Trilogia Jogos Vorazes
  1. 'Jogos Vorazes Vorazes (The Hunger Games)(2008)
  2. Em Chamas (Catching Fire) (2009)
  3. A Esperança Mockingjay (2010)                                                                                                      
                                                                                                                                                
  4. Rick Riordan

  5. Richard Russell "Rick" Riordan, Jr. (San Antonio, Texas, 5 de junho de 1964), também conhecido simplesmente como Tio Rick, é um escritor norte-americano mais conhecido por escrever a série Percy Jackson & os Olimpianos. Ele também escreveu a série adulta de mistérios Tres Navarre. Ajudou a desenvolver os dez livros da série The 39 Clues e escreveu o primeiro livro da série, O Labirinto dos Ossos. Em 2012, ele completou uma trilogia focada em mitologia egípcia, As Crônicas dos Kane, e já publicou quatro dos cinco livros planejados da série Os Heróis do Olimpo, a continuação da série Percy Jackson, que foca na mitologia romana e grega. Ele também está planejando escrever uma série baseada na mitologia nórdica. Atualmente mora com a mulher e dois filhos em Boston,Massachusetts. Durante quinze anos ensinou inglês e história em escolas públicas e particulares de São Francisco.

  6. Riordan já é considerado por muitos jovens leitores o maior escritor teen, assim como a autora da série Harry PotterJ. K. Rowling.
  7. Vida e carreira[editar | editar código-fonte]

    Riordan nasceu e cresceu em San Antonio, Texas. Formou-se no colégio Alamo Heights High School. Em seguida, ele se formou na Universidade do Texas. Ensinou inglês e estudos sociais durante oito anos no colégio Presidio High School, em São Francisco.
    Riordan criou várias séries de livros de sucesso, como o multi-premiado Tres Navarre, uma série de mistério para adultos que conta as aventuras de um detetive particular. A série Percy Jackson & os Olimpianos apresenta um garoto de doze anos de idade, que descobre que é filho do antigo deus grego, Poseidon. O estúdio de cinema Twentieth Century Fox adquiriu os direitos autorais do livro e lançou o longa-metragem Percy Jackson e o Ladrão de Raios (em Portugal: Percy Jackson e os Ladrões do Olimpo ), em 12 de fevereiro de 2010.
    Após o sucesso de Percy Jackson, Rick Riordan criou As Crônicas dos Kane, que conta com um moderno panteão egípcio e dois novos protagonistas irmãos. Seu primeiro livro,A Pirâmide Vermelha, foi lançado em 4 de maio de 2010, a continuação, O Trono de Fogo, foi lançado 3 de maio de 2011, e o terceiro e último livro das Crônicas de Kane, A Sombra da Serpente, foi lançado em 1 de maio de 2012.
    Riordan também criou uma série que é a continuação para os livros de Percy Jackson, Os Heróis do Olimpo. Seu primeiro livro, O Herói Perdido, foi lançado nos EUA em 12 de outubro de 2010, a sequência, O Filho de Netuno, foi lançado em 4 de outubro de 2011, o terceiro livro da série, A Marca de Atena, foi lançado 2 de outubro de 2012, o quarto livro A Casa de Hades foi lançado em 8 de outubro de 2013.
    Riordan expandiu as duas séries simultaneamente, enquanto ele completava a trilogia As Crônicas dos Kane, ele continuava a escrever Os Heróis do Olimpo, uma série composta por cinco livros. Riordan também ajudou a criar a série de livros infantis The 39 Clues, ele foi autor de vários de seus livros, incluindo O Labirinto dos Ossos, que liderou a lista New York Times Best Seller de 28 de setembro de 2008. Riordan planeja publicar uma série baseada na mitologia nórdica em 2015.
    San Diego Comic-Con de 2010 apresentou Riordan como um convidado. Rick Riordan vive em BostonMassachusetts, com sua esposa e seus dois filhos, Patrick e Haley, que inspirou a série Percy Jackson.                                                Cassandra Clare
  8. Cassandra Clare (nascida em 27 de Julho de 1973) é uma escritora norte-americana, conhecida por escrever a série de livrosbest-seller Os Instrumentos Mortais.
  9. Cassandra Clare, pseudônimo de Judith Rumelt, é filha de pais norte-americanos, nascida em Teerã, no Irã. Passou grande parte de sua infância viajando pelo mundo com sua família. Viveu na FrançaInglaterra e Suíça antes de completar dez anos de idade. Com as frequentes mudanças de sua família, Clare encontrou familiaridade nos livros e sempre encontrava-se com um debaixo do braço. Estudou em um colégio de Los Angeles, onde ela costumava escrever histórias para divertir seus colegas, incluindo um romance épico chamado "The Beautiful Cassandra", baseado na história homônimo de Jane Austen.
    Após a faculdade, Clare começou a trabalhar em inúmeras revistas de entretenimento e tabloides, incluindo The Hollywood Reporter.
    Cassandra também é a mais famosa escritora de fanfics de Harry Potter e causou polêmica quando ameaçou queimar os livros da série quando JK Rowling afirmou que o casal Harry/Hermione jamais aconteceria. Ela também é amiga da escritora Holly Black, e seus livros ocasionalmente se coincidem, com Clare mencionando personagens dos livros de Black e vice-versa.
  10. Bibliografia[editar | editar código-fonte]

    Os Instrumentos Mortais[editar | editar código-fonte]

    TítuloLançamentoTítulo no BrasilLançamento no Brasil
    City of Bones2007Cidade dos Ossos2010
    City of Ashes2008Cidade das Cinzas2011
    City of Glass2009Cidade de Vidro2011
    City of Fallen Angels2011Cidade dos Anjos Caídos2012
    City of Lost Souls2012Cidade das Almas Perdidas2013
    City of Heavenly Fire2014Cidade do Fogo Celestial2014

    As Peças Infernais[editar | editar código-fonte]

    TítuloLançamentoTítulo no BrasilLançamento no Brasil
    Clockwork Angel2010Anjo Mecânico2012
    Clockwork Prince2011Príncipe Mecânico2013
    Clockwork Princess2013Princesa Mecânica2013

    Os Artifícios das Trevas[editar | editar código-fonte]

    TítuloLançamentoTítulo no BrasilLançamento no Brasil
    Lady Midnight2015Dama da Meia-noite-
    Prince of Shadows-Príncipe das Sombras-
    The Queen of Air and Darkness-A Rainha do Ar e Da Escuridão-

    A Última Hora[editar | editar código-fonte]

    Título
    Lançamento
    Título no Brasil
    Lançamento no Brasil
    Chain of Thorns-Cadeira de Espinhos-
    Chain of Gold-Cadeira de Ouro-
    Chain of Iron-Cadeira de Ferro-

    Contos[editar | editar código-fonte]

    Título
    Lançamento
    "The Girl's Guide to Defeating the Dark Lord", Turn the Other Chick2005
    "Charming", So Fey2007
    "Graffiti", Magic in the Mirrorstone2008
    "Other Boys", The Eternal Kiss2009
    The Mirror House", Vacations from Hell2009
    "I Never", Geektastic2010
    Cold Hands", ZVU: Zombies Versus Unicorns2010